Pular para o conteúdo principal

Postagens

A coisa mais linda

São as estrelas do cruzeiro do sul brilhando. Nos olhos da  filha  dos homens mais linda. Eu necessito, eu preciso  brincar  com você. Você me despertou o  amor  mais doce. Pois havia dias que eram tediosos. É como se Galileu não tivesse a luneta. É como se os  sábios  não fossem estudiosos É como se  avó  não pudesse ver a neta. Coisa tão bela na minha imaginação. Para alegrar um coração de pedra. Se embriagar com vinho e cidra. E nunca mais voltar para a consternação Amadeu paes

O Retorno

Já faz algum tempo que eu estava ausente.  Deixei inóspito aquele lugar onde eu quebrei a asa. E o ocaso se  amava  com o crepúsculo no horizonte.  Fazendo as gaivotas voarem de volta para casa. Além, muito além da onde o vento faz a curva.  Longe demais para que eu pudesse enxergar. Que havia um braço estendido para me ajudar. Das garras de um caminho obscuro e com chuva. E agora depois de um longo sono, retomando a consciência.  Livrando -me das mágoas que eu mesmo causei.  Para poder ficar  livre  e deixar minha ânsia de entender a ciência.  Dos mistérios divinos que quero usar, mas eu não sei. Seja um dos nossos colaboradores; faça parte da equipe do site A visão da época, enviando notícias da sua Rua, Escola, Bairro, comunidade para o endereço eletrônico:  aldo.carvalho22@yahoo.com Upanema in focus:  http://carvalhoaldo.blogspot.com.br/

Recordações

Oh! se te amei! Toda a manhã da vida Gastei-a em sonhos que de ti falavam! Nas estrelas do céu via teu rosto, Ouvia-te nas brisas que passavam: Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma Imenso, eterno amor te consagrei... Era um viver em cisma de futuro! Mulher! oh! se te amei! Quando um sorriso os lábios te roçava, Meu Deus! que entusiasmo que sentia! Láurea coroa de virente rama Inglório bardo, a fronte me cingia; À estrela alva, às nuvens do Ocidente, Em meiga voz teu nome confiei. Estrela e nuvens bem no seio o guardam; Mulher! oh! se te amei! Oh! se te amei! As lágrimas vertidas, Alta noite por ti; atroz tortura Do desespero d’alma, e além, no tempo, Uma vida sumir-se na loucura... Nem aragem, nem sol, nem céu, nem flores, Nem a sombra das glórias que sonhei... Tudo desfez-se em sonhos e quimeras... Mulher! oh! se te amei!  (Francisco Otaviano)

Objetivo

Nos confins do Universo, Mora uma alma encarnada. Dentro dess'alma um verso, Dentro do verso uma estrada... Nos confins dessa estrada, Mora algo pequenino. Dentro do algo, uma escada. E, na escada, o destino. (Genildo Mota Nunes)

Almas gêmeas

Amo-te tanto, que para descrever tal sentimento Sou capaz de traduzir a palavra mais bela que existe Só para ficar gravado por um único momento Dentro do teu coração como um pavão que se exibe E qual palavra seria mais bonita que a palavra dos anjos? Pois lhe digo, amada minha, não há palavra mais bonita Veja aqui tudo que restou ao longo desses anos Quando traçamos nossos destinos em um único encontro Somos um do outro, isto é um fato consumado E mesmo se não tivéssemos nos encontrado neste tempo Em um outro mundo, em outra vida, teríamos nosso momento Somo duas almas que se encontram casualmente, eternamente Somos duas estrelas que dançam em volta do sol, infinitamente Difícil é quando não te encontro, e se encontro, não te vejo (Sandro Kretus) Seja um dos nossos colaboradores; faça parte da equipe do site A visão da época, enviando notícias da sua Rua, Escola, Bairro, comunidade para o endereço eletrônico:  aldo.carvalho22@yahoo.com Upanema in focus:  http://carvalh...

Paisagem

Eis aqui um cão e defronte um homem: ambos o pão da fome comem. Olha o cão a vida triste das pedras (coitado do cão que não pasta ervas) e por fim já morde o osso das trevas. Olha a vida o homem com saudade amarga. Os olhos do homem já não olham nada. Só, em seus ouvidos de carne fanada, teimam os latidos da morte e do nada.

As cores que me desenham

"Na maneira  De duas rotinas Em duas vidas Acostuma-se ao que parece confortador. Se crendo que  Com o vazar das cores  Nos transformamos em grandes  desenhos Para poder existir na história .O que se esquece é que em cores berrantes Os rabiscos torpeça me gritam: Paz. E a minha paz ,De correrDeitar e findar Nos teus braços soltos. Os que me “clavam” Com uma só nota. Quero te sentir ao máximo Antes que eu cresça. Seja um dos nossos colaboradores; faça parte da equipe do site A visão da época, enviando notícias da sua Rua, Escola, Bairro, comunidade para o endereço eletrônico:  aldo.carvalho22@yahoo.com Upanema in focus:  http://carvalhoaldo.blogspot.com.br/