O primeiro momento de Cristo foi para mim o de um signo arcaico, seu corpo fazendo cruz na madeira pendurado no topo da classe em cada aula eu elevava os olhos para o homem e não podia compreender coisa alguma. Num segundo instante a escola me esclareceu por que a cruz por que no alto da classe, tive pena da cabeça coroada doendo caída para o peito, tive pena mas não tive fé. No terceiro desafio entre nós percebi que a coroa era frouxa que o sangue da testa estancava que seus olhos se entreabriam para mim. Cristo fazia o gesto de outras vezes, o peito nu desidratado, pedindo, o pano debaixo cobrindo o resto. Ele oferecia um abraço sensual, nas cadeiras de aula descobri qual meu homem, paciente, faminto, ele. |
Comentários
Postar um comentário