Pular para o conteúdo principal

Inevitable


Hoy quiero gritarloHoje eu quero gritar
Me sobran las palabrasMe sobram as palavras
Hoy llegó el tiempo de liberar mis sentimientosHoje chegou a hora de libertar meus sentimentos
Arma letal, te quiero amar, cumplicidad esta nocheArma letal, quero te amar , cumplicidade esta noite
  
Déjame entrar sin preguntarMe deixe entrar sem perguntar
Ser tu mitad esta nocheSer tua metade esta noite
  
Es que no enamorarme de ti, es inevitableÉ que não me apaixonar por você, é inevitável
Quiero pero no puedoEu quero mas não posso
Resistir a este sentimientoResistir a este sentimento
Sólo pienso en dibujar mis deseos sobre tu cuerpoSó penso em desenhar meus desejos sobre teu corpo
Es que no enamorarme de ti, es inevitableÉ que não me apaixonar por você, é inevitável
  
Hoy debo quedarme muy lejos de tus labiosHoje eu devo ficar longe dos teus lábios
Si estás tan cercaSe você está tão perto
No controlo esto que sientoNão controlo isto que sinto
  
Arma letal, te quiero amarArma letal, quero te amar
Un beso basta esta nocheUm beijo é suciciente nesta noite
Déjame entrar, nadie sabráMe deixa entrar, ninguém saberá
Hay que soñar esta nocheHá que sonhar esta noite
  
Es que no enamorarme de ti, es inevitableÉ que não me apaixonar por você, é inevitável
Quiero pero no puedoEu quero mas não posso
Resistir a este sentimientoResistir a este sentimento
Sólo pienso en dibujar mis deseos sobre tu cuerpoSó penso em desenhar meus desejos sobre teu corpo
Es que no enamorarme de ti, es inevitableÉ que não me apaixonar por você, é inevitável
  
Tu boca dice ven, tus besos dicen venTua boca diz vem, teus beijos dizem vem
Tus ojos me derriten, babyTeus olhos me derretem, baby
Tus manos dicen ven, tu cuerpo dice venTuas mãos dizem vem, teu corpo diz vem
Tus brazos son peligro, babyTeus braços são perigo, baby
  
Es que no enamorarme de ti, es inevitableÉ que não me apaixonar por você, é inevitável
Quiero pero no puedoEu quero mas não posso
Resistir a este sentimientoResistir a este sentimento
Sólo pienso en dibujar mis deseos sobre tu cuerpoSó penso em desenhar meus desejos sobre seu corpo
Es que no enamorarme de ti, es inevitable.É que não me apaixonar por você, é inevitável.



Visite a visão da época - click 
http://carvalhoaldo.blogspot.com.br/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OPOSITORES TOMAM CONTROLE DE CAMPOS PETROLÍFEROS NA LÍBIA Relatos de moradores da região leste da Líbia indicam que os opositores já tomaram o controle de importantes terminais de produção de petróleo no país, o que pode ameaçar o fluxo de fornecimento a diversos países e elevar a cotação do produto internacionalmente. As informações chegam horas após o ditador Muammar Gaddafi afirmar que as revoltas podem interromper o fornecimento do combustível ao exterior. Inicialmente havia relatos de que os rebeldes pretendiam manter o ritmo das exportações de petróleo, embora o "Guardian" indique que os opositores já estejam interrompendo a produção em determinados locais. O diário britânico cita o engenheiro mecânico Moustafa Raba'a, que trabalha com a indústria petrolífera Sirte, afirmando que "todos os poços de petróleo da região sul" da Líbia já estão em controle dos rebeldes

Reconvexo

Eu sou o vento que lança a areia do Saara Sobre os automóveis de Roma Eu sou a sereia que dança A destemida Iara Água e folha da Amazônia Eu sou a sombra da voz da matriarca da Roma Negra Você não me pega Você nem chega a me ver Meu som te cega, careta, quem é você? Que não sentiu o suingue de Henri Salvador Que não seguiu o Olodum balançando o Pelô E que não riu com a risada de Andy Warhol Que não, que não e nem disse que não Eu sou um preto norte-americano forte Com um brinco de ouro na orelha Eu sou a flor da primeira música A mais velha A mais nova espada e seu corte Sou o cheiro dos livros desesperados Sou Gitá Gogóia Seu olho me olha mas não me pode alcançar Não tenho escolha, careta, vou descartar Quem não rezou a novena de Dona Canô Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor Quem não amou a elegância sutil de Bobô Quem não é Recôncavo e nem pode ser reconvexo  Caetano Veloso